quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Iranianas presas por tirarem o hijab na rua

Notícia - Revista Sábado - http://www.sabado.pt

Duas mulheres protestaram em Teerão contra a obrigação de usar um lenço na cabeça.


Duas mulheres foram presas no Irão depois de protestarem contra a obrigação das mulheres se cobrirem da cabeça aos pés em público.
O primeiro protesto aconteceu no mês passado, durante as manifestações contra a crise económica que mobilizaram milhares de pessoas em várias cidades iranianas.
Uma mulher subiu para uma caixa de telecomunicações na rua de Enghelab, no centro de Teerão, tirou o hijab e atou-o a um pau como se fosse uma bandeira. 
 

 
 A foto do protesto tornou-se viral nas redes sociais com muitos iranianos, incluindo homens, a colocar imagens inspiradas no protesto como foto de perfil.
Mais tarde, a mulher foi identificada como Vida Movahed, de 31 anos. Segundo a activista iraniana dos direitos humanos, Nasrin Sotoudeh, Vida Movahed foi pouco depois do protesto e já terá sido libertada.

Ler mais em: http://www.sabado.pt/mundo/medio-oriente/detalhe/iranianas-presas-por-tirarem-o-hijab-na-rua

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Amazon estará a negociar entrada em Portugal

26 de janeiro de 2018
Depois da Google é a Amazon quem está a estudar uma morada portuguesa, avança o Jornal de Negócios
. Câmara do Porto reconhece que está "em conversações" com a multinacional.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

"O milagre económico português". Um olhar galego para Portugal

Notícia DN 23.01.2018 - clarificando notícia do jornal La Voz de Galicia

O jornal A Voz da Galiza tem publicado uma série de reportagens sobre a recuperação portuguesa.

"Há já alguns meses a Europa olha com espanto o que todo o mundo já chama o milagre económico português". É assim que começa a reportagem assinada por Manoli Sío Dopeso, jornalista da Voz da Galiza.
O jornal galego tem publicado vários artigos sobre a recuperação económica de Portugal e destaca esta terça-feira o investimento estrangeiro direto no país, que até ao terceiro trimestre de 2017 ultrapassou os mil milhões de euros. É no setor automóvel, nas tecnologias e na construção aeronáutica que Portugal tem conseguido cativar mais capital.

Google abre centro de serviços em Portugal

Notícia O Público 24 de janeiro de 2018

Nova operação vai abrir portas em Oeiras e criará 500 empregos.

O Google decidiu instalar em Portugal um centro que servirá para agregar fornecedores de serviços que trabalham com a multinacional nas regiões da Europa, Médio Oriente e África. A nova operação vai criar 500 empregos e os escritórios deverão abrir portas em Junho.


O anúncio foi feito pelo primeiro-ministro, nesta quarta-feira, no Fórum Económico Mundial de Davos, na Suíça. "Entre muitos investimentos em perspectiva destaco um: Portugal vai em breve acolher um investimento da Google, que arrancará logo com a criação de 500 empregos qualificados, sobretudo na área da engenharia", afirmou António Costa, citado pela agência Lusa. A novidade foi avançada numa conferência com o título "Porquê Portugal, porquê agora?", em que também participaram os ministros das Finanças e da Economia.


Publicado por Rúben Anjos, 12º D

Riqueza guardada nas mãos de "meia dúzia", diz a Oxfam

Notícia RTP 22 janeiro 2018

Mais de 80 por cento da riqueza criada no mundo em 2017 pertence a um por cento da população mundial. É o que indica o relatório da Oxfam, uma organização não-governamental a operar em mais de 100 países.

ler mais em:


Publicado por Leonor Santos, 12.ºD

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

As consequências da Primavera Árabe?

Notícia Euronews - 11.01.2018

Na noite desta quarta-feira registaram-se novos confrontos entre manifestantes e polícias em várias cidades do país.


A polícia tunisina disparou gás lacrimogéneo para dispersar manifestantes em Tunis e em Tebourba, a 30 quilómetros da capital, onde morreu esta semana um homem durante um protesto.
A noite desta quarta-feira ficou marcada por novos confrontos em várias cidades do país motivados pela implementação de medidas de austeridade no âmbito do orçamento para 2018. Entre essas medidas estão o aumento do IVA e das contribuições sociais.
Mais de 200 pessoas foram detidas e dezenas de outras ficaram feridas desde o início dos confrontos.

Para saber mais sobre a Primavera Árabe:

O pacto para as migrações - ONU

Notícia Diário de Notícias - 11.01.2018

António Guterres defendeu hoje que a organização deve criar um sistema centralizado para gerir as migrações, como já acontece com os refugiados, e o pacto global sobre migrações é uma oportunidade para o fazer.




 "O pacto global é uma oportunidade não só para os Estados-membros, mas para o sistema das Nações Unidas adotar uma abordagem mais ambiciosa na gestão da migração", afirmou o secretário-geral da ONU, num relatório divulgado hoje sob o lema "Making Migration Work for All" ("Tornar a migração positiva para todos", na tradução em português).

No documento, que pretende marcar o arranque da fase de negociações multilaterais deste inédito pacto para a migração (Global Compact for Migration, na versão em inglês), Guterres comprometeu-se a trabalhar nesta matéria, com "consultas intensivas" durante este ano, com o objetivo de encontrar novas formas de ajudar os Estados-membros a fazerem uma melhor gestão das matérias migratórias.

Ver mais em:
https://www.dn.pt/mundo/interior/migracoes-guterres-afirma-que-pacto-global-e-oportunidade-para-onu-ser-mais-ambiciosa-9040084.html

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

O MERCOSUL

O MERCOSUL (mercado comum dom sul) é um bloco económico constituído por países da América do sul e, embora tenha atingido significativamente o nível de integração económica, ainda é classificado uma união alfandegária
Membros:

Membros efetivos do MERCOSUL são: Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela (2012 e suspensa em dezembro de 2016)

Membros - associados: Chile e Bolívia (1996), Peru (2003), Equador e Colômbia (2004), Guiana e Suriname (2013)

Países observadores: México (2006), Nova Zelândia (2010)

O mercado comum do sul estabelece os objetivos:

  • Fortalecer as capacidades de cada um dos membros do bloco;
  • Aprofundar a integração regional;
  • Reduzir as assimetrias entre os países do bloco;~
  • Trocar, de maneira horizontal, conhecimentos e experiências, boas práticas, políticas públicas tanto no interior do bloco quanto com outras instâncias de integração regional e extrarregional existentes.




Tatiana Mendes 12º D

sábado, 30 de dezembro de 2017

APEC - Cooperação Económica Ásia-Pacífico

A APEC traduzido é (cooperação económica da Ásia e do Pacifico) é um bloco que engloba economias asiáticas, americanas e da Oceânia.
A sua formação deveu-se à crescente interdependência das economias da região da Ásia e do pacífico. Esta cooperação económica é constituída por 21 países membros.
A APEC foi fundada em 1989 e tem sede em Singapura.

Os objetivos desta cooperação económica da Ásia e do pacífico são:
  • Estimular o comércio de produtos e serviços entre os países membros;
  • Redução das tarifas alfandegárias e taxas de importação e exportação nas relações comerciais entre os países membros.





Rafael Fonseca 12ºD



ACNUR - Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados

ACNUR

O ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados) é uma agência da ONU para os refugiados, foi criada a 14 de dezembro de 1950 e iniciou as suas atividades em janeiro de 1951.

Principal missão do ACNUR: Assegurar e proteger os direitos e o bem-estar dos refugiados.

Objetivo inicial: Apoiar e proteger os refugiados europeus que estavam sem lar em consequência da segunda guerra mundial.

Atualmente: Coordena e conduz as ações internacionais de proteção para os refugiados, satisfaz as suas necessidades e procura soluções duradouras para os seus problemas.
O ACNUR procura reduzir as situações de deslocamento forçado e dá assistência aos refugiados no regresso ao seu país de origem ou na sua instalação noutro país. Estimula os países e outras instituições a criar condições adequadas: proteção e respeito pelos direitos humanos, e resolução pacífica dos conflitos.
O ACNUR oferece proteção e assistência às pessoas de forma imparcial, com base nas suas necessidades e sem distinção de raça, sexo ou religião.


Curiosidades:

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) tem o privilégio de contar com o apoio de atrizes, escritores, modelos, músicos, fotógrafos e atletas, que usam sua influência e popularidade para ajudar a difundir as ações do ACNUR, arrecadando fundos para as operações e promovendo relações governamentais. Exemplo: Angelina Jolie (colaboradora mais conhecida internacionalmente). 





Sara Torres - 12º D 

domingo, 17 de dezembro de 2017

Oxfam



A Oxfam (Comité de Oxford de Combate à Fome) é uma organização sem fins lucrativos, criada em 1942 em Oxford, Inglaterra. 
Este organismo procura respostas para o problema da pobreza e da injustiça, por meio de campanhas, programas de desenvolvimento e ações emergenciais.

Tinha como objetivo inicial o envio de alimentos às populações famintas da Grécia, que na altura se encontrava ocupada pelos nazis e submetida ao bloqueio naval dos Aliados. 


Atualmente,intervém em diversas frentes, como a educação, saúde, comércio justo, democracia, direitos humanos, inclusão social, combate à fome, VIH-SIDA e guerras e desastres humanos, especialmente em países subdesenvolvidos ou de Terceiro Mundo (na sua maioria países sul-americanos, africanos e asiáticos). 


Hoje em dia é constituída por 20 países, e está representada em todos os continentes – Canadá, África do Sul, Austrália, Índia e Reino Unido, entre outros países.


Para mais informações, consulte o site oficial: https://www.oxfam.org/



Leonor Santos 12ºD

Missão de paz das Nações Unidas em Timor Leste



As Nações Unidas iniciaram missões de paz em Timor Leste com o objetivo de administrar o território até à criação de condições para que o país pudesse ser governado por representantes eleitos pelos timorenses. 

A população podia optar pela autonomia especial, integrando a República da Indonésia, ou separação total desse país, caminhando livremente rumo à independência.

Esta missão resultou de acordos assinados entre a Indonésia e Portugal, em Nova York, que conferiu às Nações Unidas o poder de organizar e certificar a consulta direta, por voto secreto, que se realizou dentro e fora de Timor Leste. 

A ONU propôs em maio de 1999, a criação de uma missão para Timor Leste para organizar uma consulta popular, cujo objetivo era a autodeterminação do povo timorense.

Atualmente, a ONU afirma que "é com imenso orgulho que as Nações Unidas olham para Timor Leste e para as conquistas do povo timorense".



Joana Martins 12ºD

Encontro entre António Guterres e Donald Trump



António Guterres, Secretário-Geral das Nações Unidas, e Donald Trump, Presidente dos Estados Unidos da América, foram os protagonistas dos dois discursos mais aguardados da 72ª Assembleia Geral. Ambos falaram da Coreia do Norte, ambos falaram da ameaça terrorista, ambos falaram de desigualdade e ambos focaram avanços tecnológicos, que tanto podem ser utilizados para o bem dos povos como para a sua destruição.
 
Temas onde o Secretário-Geral das Nações Unidas (António Guterres ) e o Presidente dos Estados Unidos da América (Donald Trump) discordaram:

Coreia do Norte e armamento nuclear

“O uso de armas nucleares tem que ser algo de impensável”, disse o António Guterres. “Mesmo a ameaça da sua utilização nunca poderá ser aceite”
 Donald Trump ameaça  “destruir totalmente” a Coreia do Norte

A imigração: tema central para um, ignorado pelo outro
Para António Guterres, a “imigração segura não pode estar limitada a uma elite”.

Donald Trump optou por omitir este tema do seu discurso, dizendo apenas que a “imigração em massa” ameaça as fronteiras do Ocidente

Refugiados, onde o foco está agora em Myanmar
António Guterres sempre se esforçou para enaltecer “a coragem dos que decidem fugir” e a “compaixão daqueles que os recebem”
Já Donald Trump quis parar a aceitação de qualquer refugiado em solo norte-americano com o polémico “travel ban”, uma ordem executiva que ainda está a ser discutida nos tribunais norte-americanos, que impede pessoas de seis países com maiorias muçulmanas de entrarem nos Estados Unidos.

Clima

“Inegável” e “imparável”, são os adjetivos que António Guterres mais utiliza para se referir ao aquecimento global.

Donald Trump já disse até que o aquecimento global é “uma invenção chinesa” para se colocar na frente da corrida para maior economia do mundo no e entanto a china já assinou o Acordo de Paris, e os EUA retiraram-se do acordo.




Diogo Mendes 12ºD